terça-feira, 15 de novembro de 2016

QUEM É A FAVOR DE DESVALORIZAR AINDA MAIS OS PROFESSORES?

Observe bem o gráfico ao lado. 
Nos EUA, um professor em início de carreira ganha mal, menos de 40 mil dólares por ano (classe média nos EUA é uma família de 3 pessoas ter renda anual entre US$ 42 mil e 125 mil por ano. Ou seja, se apenas um dos pais trabalhar, e como professor, a família é classe baixa). É pouco, mas é três vezes mais que um professor ganha no Brasil.
É uma miséria. 
E olha que o salário de professor (ou melhor, de professora, já que 80% dos professores são mulheres) aumentou muito por aqui entre 2004 e 2014, esses anos petistas que muitos ignorantes tratam como tragédia. Por causa do piso salarial do professor, instituído em 2009 (e ainda não cumprido em diversos estados), a base foi de 950 por mês para 2.135. A remuneração dos professores aumentou 39% acima da inflação, em média. 
Ainda assim, é pouquíssimo. 
Calculando uma jornada de 40 horas semanais, uma professora recebe R$ 1.660 menos por mês que outros profissionais com o mesmo nível de escolaridade. Se a gente considerar apenas professores com nível superior (a maioria), eles recebem 39% a menos que outros profissionais. 
Quem trabalha com educação percebe que as licenciaturas (em qualquer área) atraem cada vez menos gente e têm alta taxa de evasão. 
Paga-se mal aos professores e professoras. E hoje, parte da população (n)os olha com desconfiança. Taí o Escola Sem Partido (mais conhecido como Lei da Mordaça) que não me deixa mentir. 
Justamente para tentar atrair mais jovens, uma das metas do Plano Nacional de Educação era equiparar o salário dos professores com o de outros profissionais. 
Essa meta deveria ser cumprida até 2020. Com a PEC 55, que vai cortar investimentos em saúde, educação, saneamento -- em tudo que não seja gastos para pagar juros eternos da dívida pública --, pode esquecer. A tendência é que todos os servidores públicos tenham seus salários congelados ou reduzidos. 
Portanto, quem é a favor da valorização da profissão de professor 
(e não entendo como alguém possa não ser), tem que ser contra a PEC do Fim do Mundo, PEC do Teto, PEC da Morte, seja lá como queiram chamar. Por sinal, a enorme maioria da população é contra. É o que mostra o resultado da consulta pública na página do Senado. 

31 comentários:

Anônimo disse...

Não se esqueça que o governo Dilma cortou mais de 10 bilhões da educação antes de seu impeachment

Anônimo disse...

Reclamam de que quando falamos as besteiras que os governos anteriores ao pt fizeram, dizem que queremos comparar e assim passar a mão na cabeça do pt (bando de burros), mas são os primeiros a façar "ah mas o pt, ah mas a dilma, ah mas o lula" toda vez que falamos algo do atual governo.

E não tirem o de vocês da responsabilidade que é feio hein. Quem quis a dilma votou no temer pra vice, mas quem permitiu que ele governasse de fato o país foram os batedores de panela. Assumam a parte que lhe pertece na culpa pelo o que possa vir a acontecer com o brasil daqui pra frente.

Anônimo disse...

Lola, o que achou dessa notícia?

http://g1.globo.com/politica/noticia/2016/11/temer-diz-nao-ter-preocupacao-com-decisao-do-tse-sobre-chapa-de-2014.html

Sei que a fonte não é das meçhores, mas peguei apenas para saber o que você acha? E do fato de os odiadores do pt não estarem nem aí pra esse fato, sendo que ele foi um dos beneficiados de qualquer maracutaia que possa ter tido e não foi afastado junto da presidenta. Eu acho dificil ele sair antes das proximas eleições, afinal, o plano do golpe era só até a dilma sair. O que você acha?

Anônimo disse...

Professor de escola particular ganha bem.
Não se pode simplesmente aumentar salário sem o profissional merecer, se professor ta ganhando pouco é porque tem gente demais se formando pra dar aula no momento que começar a faltar professor o salário vai subir.

Isso se chama lei da oferta e da procura, parece que a galera aqui não teve professor bom pra ensinar isso na escola

Anônimo disse...

Lola:
Não é por nada não mas esse primeiro gráfico mostra o contrário do que você está querendo argumentar em seu texto. Explico:

O PIB per capita (ajustado pela paridade do poder de compra) dos EUA é de U$54.630 (fonte: Wiki-Banco Mundial). Já o do Brasil é de U$15.893 (idem).
Assim a razão entre os PIB/percapita é de 3,437.
Isso é, um americano deve ganhar, em média, em dólares ajustados pelo poder de compra, 3,437 mais do que um brasileiro (não é por questão de justiça, mas pelo tanto de riqueza que o País produz e tem por pessoa, se fosse igualmente distribuído).
Assim sendo: 3,437 x 12.337 = U$42.406 é o que o professor americano deveria ganhar.
Ou, calculado ao contrário, o salário "justo" do professor brasileiro seria de 38.197/3,437 = U$11.112.

Em suma, proporcionalmente ao tamanho do PIB, o professor brasileiro ganha MAIS do que o americano.
Abraços,
Murilo.

Anônimo disse...

Lola: sou eu de novo (Murilo)
Acabei de fazer as contas do salário do professor brasileiro em relação ao chileno e ao finlandês.
Como resultado temos que o brasileiro ganha mais ou menos igual aos dois, um pouquinho mais do que o chileno e um pouco menos do que o finlandês.

Outra coisa que esqueci de dizer/lhe perguntar é o que a PEC tem a ver com isso, uma vez que:
a) ela só se aplica à União, e o grosso das despesas com educação são dos municípios e Estados (na União, mais de 90% diz respeito ao ensino superior, creio);
b)a PEC não impõe limite (teto) com os gastos com educação e saúde, mas apenas um piso (basta ler o texto da PEC). Abaixo segue um trechinho:

“Art. 105. Na vigência do Novo Regime Fiscal, ****as aplicações mínimas**** em ações e serviços públicos de saúde e em manutenção e desenvolvimento do ensino equivalerão: I - no exercício de 2017, às aplicações mínimas calculadas nos termos do inciso I do § 2º do art. 198 e do caput do art. 212, da Constituição; e II - nos exercícios posteriores, aos valores calculados para as aplicações mínimas do exercício imediatamente anterior, corrigidos na forma estabelecida pelo inciso II do § 1º do art. 102 deste Ato..."

Dê uma pesquisada no blog do Roberto Ellery, seu colega, professor da UnB que bem disseca o texto da PEC e o explica de forma isenta. link http://rgellery.blogspot.com.br/2016/10/comentarios-sobre-pec-241.html

Abraços,

Murilo.

Alex disse...

Vocês feministas não são a favor do comunismo, não é? Por que então vocês não colocam quanto ganha os professores em cuba e na Venezuela? Coloquem ai, pois assim vocês vão poder surpreender a todos que são contra o comunismo.

Prof. Ane Santos disse...

A charge ali ficou bem interessante. Para as notícias sobre o desrespeito aos alunos e profissionais da educação, com salas super lotadas, material básico em falta, desvio de merenda, desvio de verba de construção de escolas (Paraná), parece que não recebem tanta atenção quanto alunos que resolvem ocupar escolas.
Reconheço que há muitos professores que usam a profissão como cabide, não dão uma boa aula, mas existem muitos profissionais interessados em fazer algo para mudar (para melhor) a mente dos alunos; mas como, com a classe cada vez mais desvalorizada e os alunos desmotivados?
Como a profissão docente trabalha com a formação do futuro cidadão, deveria ser melhor capacitada e melhor remunerada. Mas sempre recebemos ataques da família ("de recuperação, mas como? meu filho é um ótimo aluno! Um anjinho."), da direção ("mude a nota, não podemos reprovar tantos alunos"), da mídia ("professores ensinam ideologia de gênero", Escola Sem Partido, etc)... Às vezes cansa, né.

Anônimo disse...

Eu sempre paro pra analisar a situação do professor hoje em dia. Tenho muitos amigos e parentes professores. Minha mãe foi professora.
Essa deve ser provavelmente a profissão mais insalubre, mal paga (considerando o nível de formação e dedicação profissional) e ingrata que existe.

Além do salário miserável, eles tem que remar contra um sistema educacional arcaico, sucateado e com a completa falta de civilidade - quando não violência - de alunos e pais.
Lembro-me do tempo que eu ainda estava no Brasil, um moleque de 7 anos empurrou uma professora, que carregava uma pilha de livros, escadaria abaixo em uma escola em Florianópolis. Ela fraturou os dois braços.
Onde minha tia trabalha, dois adolescentes começaram incêndios na escola - DUAS VEZES . Com a total bênção e aprovação dos genitores.

Eu gostaria de poder colocar a culpa unicamente nos governos incompetentes de ontem e de hoje. Repetindo ad nauseam et infinitum: o governo é reflexo do povo e cada povo tem o governo que merece...

Eu só sinto muitíssimo por esses profissionais. Eu os considero verdadeiros heróis de guerra....

Jane Doe

Anônimo disse...

"aumentou muito por aqui entre 2004 e 2014"

Vocês ainda não perceberam que esse tanto de aumento nas despesas: aumento de salários, Bolsa Família, ProUni, remédio de graça etc e tal, sem um aumento real nas receitas é que provocou essa crise que estamos hj? Por isso a PEC 55 é necessária, ou se corta gastos ou se aumenta impostos, fato.

Anônimo disse...

Só posso sentir tristeza pelas pessoas não se darem conta que "gasto" em educação não é gasto para um país. Qualquer comparação com outros países é escandalosa.

Anônimo disse...

Teve um comentário que falou tanto que professor de escola particular ganha pouco porque não é bom o suficiente, mas esqueceu de pontuar uma parte do texto que ficou confusa.

César Andrade disse...

Primeiro: existe receita sim, mas ela some nos bueiros da corrupção e dos gastos com os funcionários públicos do alto escalão, como os nossos representantes.
Segundo: não é justo falar gasto sem citar investimento. E a crise é multifatorial, ser simplista é ignorar as possibilidades de melhora que não envolvem cortar investimentos. Se nas nossas casas saúde e educação são coisas essenciais que não se regra, porque o Estado deveria limitar de forma mesquinha esses "gastos" sem cortar antes a "sobremesa" e o "cafezinho"?
Terceiro: mais e melhores impostos sim, sobre a população extremamente rica, que atualmente paga o mesmo montante proporcional de impostos que uma família ainda de classe média.

Não à PEC do Atraso, e força à Lola. Persevere, nem que seja para aerar o debate, pois os que não concordam com você precisam ao menos ver do que estão discordando. E lembre-se: a maioria dos que gostam dos textos nem comentam, pois suas palavras mais do que bastam!

Anônimo disse...

Lola, a situação que hoje é muito ruim, vai piorar nos próximos anos.

Sou médico em dedicação exclusiva ao SUS, mas estou revendo as minhas escolhas, pois estamos diante de um desmonte do serviço público e da carreira de funcionário público.

A PEC é vendida pela imprensa como "fundamental" e só trará benefícios ao país. Mas não falam que os mais prejudicados por ela serão os que dependem dos serviços públicos, ou seja, os mais vulneráveis. É muito interessante como pessoas que podem pagar por planos de saúde, escolas particulares caras e outros serviços privados, achem correto que os mais pobres devem pagar a conta da crise econômica brasileira.

Anônimo disse...

Feminismo tem várias vertentes. Assim como esquerda e direita política. Estude antes de sair querendo satisfação. Generalizar feminismo e posição política é coisa de ignorante.

Anônimo disse...

Parabéns Murilo das 17.54.
LACROU.

E a Lola ficou quietinha, sem lhe responder nada, só fazendo de conta que não viu...kkk

Anônimo disse...

Aos idiotas meu silêncio, já ouviu falar?
Ou pode ser que no tédio ela perca tempo respondendo. Vai saber.

Anônimo disse...

Como eu acabei de fazer com você. Aproveitei o tédio antes de ir trabalhar e fazer algo útil da minha vida. Devia tentar qualqer dia.

Anônimo disse...

Claro que boa parte da população é contra a PEC, quase ninguém sabe o que ela diz. Ainda mais com a manipulação barata dos professores (como pegar criancinhas tão pequenas que não sabem nem ler e escrever, muito menos o que é a PEC, e as colocarem para segurar cartazes contra o projeto. Depois quando dizem que vocês são doutrinadores vocês não gostam).

Luise Mior disse...

Realmente não há perspectivas de melhora. Se até uma comissão no Senado determinou que a PEC 55 é inconstitucional, e segue seu trâmite, nossos parlamentares estão determinados...

Anônimo disse...

Lola: esse gráfico mostra o salário de um professor de uma universidade pública. Isso porque um professor de educação básica ganha no máximo dois mil por mês.

Mila disse...

Cada dia eu acredito que o brasileiro merece o país que tem, o eterno país do futuro.
O brasileiro até diz que acredita na educação. Quando é para se posicionar contra cotas "tem que investir em educação"; contra as ocupações "não estão deixando as pessoas estudar" ou contra os próprios brasileiros "a educação no Japão/Europa (coloque aqui qualquer país de primeiro mundo) é melhor e por isso o brasileiro é burro" ou a velha apelação de que o Imperador se curva perante um professor.
Hipocrisia pura. Educação tinha que ser prioridade máxima de governo. É um setor que o país deveria investir pesado e também melhorar a gestão desses recursos. Valorizar o professor, tornar uma profissão mais atraente, dar estrutura para que o professor consiga pensar sobre os métodos de avaliação, investir em pesquisa na área. Aumentar tb a quantidade. Chamar a comunidade para participar também, acompanhar os filhos, contribuir com o plano pedagógico. Mas a gente vê é o contrário: é gente comemorando fechamento de IFETs, gente comemorando corte na educação, conivência com desvios de merenda escolar ou corrupção com transporte da escola, tratar toda política pública que vise combater a evasão como esmola, tratar o menino que deixa a escola como sem vergonha, chamar professor de vagabundo e que ele não está fazendo o papel dos pais na vida do aluno. Merecemos a educação que temos. Merecemos estar na rabeira mundial em Linguagem e Matemática.

Anônimo disse...

Anônimo disse...

Professor de escola particular ganha bem.
Não se pode simplesmente aumentar salário sem o profissional merecer, se professor ta ganhando pouco é porque tem gente demais se formando pra dar aula no momento que começar a faltar professor o salário vai subir.

Isso se chama lei da oferta e da procura, parece que a galera aqui não teve professor bom pra ensinar isso na escola

15 de novembro de 2016 17:14


Essa foi uma das maiores besteiras escritas neste blog. Exceto professor de nível superior, tanto na particular quanto na pública, os professores são uma das categorias de profissionais com nível superior mais desvalorizadas. E não tem p... nenhuma com oferta e procura. Não estão se formando professores demais, meu caro. A gente tá precisando é formar mais professores. A evasão é enorme. Muitos preferem prestar concurso para outras áreas, ganhar salários melhores e evitar o ambiente escolar que é muito desgastante. Em relação aos professores de escola particular a maioria trabalha em vários empregos: dá aula em outras escolas, cursinho, particular etc.
O professor também trabalha fora de aula, planejando suas aulas, corrigindo trabalhos. Sobra muito pouco tempo para se qualificar e se atualizar. Já falei do ambiente estressante? Vou falar de novo. Dar aula para 50 alunos por vez, cada um com um monte de problema, família ausente e moleques mimados e sem educação. A mensalidade que sobe todo ano raramente vai pro bolso do professor, queridinho. Ou se esquece que você paga para uma escola, que é uma empresa, que também necessita preservar suas margens de lucro? Você acha que escola vai preferir aumentar salário de professor ou investir na nova tecnologia do mercado para atrair mais estudantes?

Anônimo disse...



a)Eu já li absurdos neste blog mas querer convencer que um professor ganha bem é demais antes de postar vá pesquisar o salário de um professor no Estado do Rio de Janeiro.

B) lola sou sua fã haja paciência com estes liberais da internet.

Anônimo disse...

Anônimo Anônimo disse...


a)Eu já li absurdos neste blog mas querer convencer que um professor ganha bem é demais antes de postar vá pesquisar o salário de um professor no Estado do Rio de Janeiro.


Segundo o Jean Wilys, um professor ganha o mesmo que um deputado!

Deixe sua gargalhada abaixo! É um fanfarrão esse Jean hein!

Anônimo disse...

Criança também é povo!

Abaixa o preço do Kinder ovo!

Anônimo disse...


a) Jean Willys é um deputado que defende portadores de doenças raras e mulheres grávidas. Mas graças ao machismo suas falas são deturpadas e ele sofre calúnias absurdas mas se pesquisar um pouco vai ver que ele é um bom deputado.

Anônimo disse...

A fala dele sobre o salário dos professores foi pra tentar fazer parecer que um deputado ganha mal. Quando ele soltou essa pérola não tinha nada de doenças raras e mulheres grávidas em pauta. Não misture alhos com bugalhos, o cara tripudiou dos professores na cara dura, mas só porque ele supostamente defende as minorias, tem gente que faz de conta que não aconteceu. É igual a situação em que Lula falou das mulheres de grelo duro, tentaram inventar que era um termo nordestino, que era um elogio, quando na verdade foi uma declaração extremamente machista, mas tudo bem né, ele dá bolsa família pro povão, ele pode falar merda. Enquanto tiver gente se vendendo por migalha, o povão vai continuar sofrendo na mão desses ladrões, que fazem de conta que se importam com a gente, mas o que querem mesmo é enriquecer. E antes que digam "ah, mas e o PMDB, e os tucanos", meu, não salva um lá. Se alguém lá realmente se importasse com o povo a primeira coisa que fariam é diminuir o salário absurdo que eles recebem.

Anônimo disse...

Desculpe Lola, mas qual é o valor do SEU salário?

Anônimo disse...

O Jean Wyllys falou do seu caso particular, comparando o seu trabalho hoje como Deputado e o salário que recebe e o salário e trabalho que tinha quando era professor com dedicação exclusiva de 40 hrs em uma faculdade federal.

Ele mesmo explicou tudo nesse artigo publicado na carta Capital

http://www.cartacapital.com.br/politica/voce-quer-saber-quanto-recebe-um-deputado-8802.html

lola aronovich disse...

Meu salário? No que isso é relevante pra discussão? Meu salário é público e está no Portal da Transparência. Acho que agora (mês retrasado) foi pra R$ 11.000 bruto. Líquido, dá uns 8.500. Sendo professor universitário, pode-se ganhar um bom salário, que certamente está bem acima da média nacional. Mas, se fizermos essa comparação -- comparar o salário de um professor universitário com o de outros profissionais com a mesma escolaridade, ou seja, doutorado -- não deve ser muito diferente da realidade retratada no post. Professor sempre ganha menos. Se comparar com o que outros servidores públicos ganham, então... Muitas vezes o teto de um professor universitário (titular, deve estar próximo a 17 mil brutos, o máximo que um professor pode receber após décadas de serviço) é o PISO de outras categorias. Por que essa diferença?